A música brasileira no mais emblemático festival europeu

Documentário longa-metragem | 80 min
Direção e Roteiro: Tila Chitunda
Produção: DobleChapa 
Co-produção: Tilovita Produções e Canal Brasil 

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Por 50 anos, enquanto o Brasil queimava seus próprios museus e silenciava seus artistas, o Montreux Jazz Festival guardava um dos mais importantes arquivos da música brasileira. Agora esse espelho chega ao Brasil, com uma pergunta que o país ainda não sabe responder.

Sinopse

Em 1978, Gilberto Gil sobe ao palco de Montreux vestido de branco em homenagem a Oxalá, afirmando diante do mundo uma cosmologia que o Brasil tentou apagar. 45 anos depois, Amaro Freitas retorna ao país após ser ovacionado no mesmo Festival. No avião, um passageiro pergunta se ele toca em um grupo de pagode. Entre esses 2 momentos, mais de 150 artistas brasileiros passaram por Montreux. Suas performances estão preservadas na Suíça, enquanto, no Brasil, a memória se perde sistematicamente.MONTREUX atravessa essa contradição para revelar a música como linguagem de afirmação, disputa e resistência.

Conceito

O filme conta a história recente do Brasil a partir de um arquivo preservado fora do país. Neste deslocamento, a música deixa de ser trilha e passa a ser documento. O palco torna-se espelho. E o arquivo revela o que o Brasil não conseguiu preservar.

Arquivo

  • Registro de +  150 artistas brasileiros
  • Arquivo reconhecido pela UNESCO
  • Acesso via Claude Nobs Foundation

    Pela primeira vez, esse material é mobilizado como testemunho histórico e político, em uma narrativa cinematográfica brasileira.

POR QUE ESTE FILME

MONTREUX nasce do paradoxo de um país que projeta sua cultura para o mundo enquanto apaga a própria memória. É a partir dessa fratura que o filme se estrutura para enfrentar uma questão central:
O que fazemos quando precisamos nos reconhecer numa memória que foi guardada fora de nós?

Porque Investir

  1. 50 anos do Brasil em Montreux (2028): visibilidade e relevância midiática internacional
  2. Janela Global: Demanda  crescente por narrativas decoloniais do Sul Global
  3. Alto potencial de circulação: Festivais, TV e streaming

Status

  • Desenvolvimento - concluído 
  • Acesso ao arquivo - confirmado 
  • Captação de Recursos - em andamento 
  • Coprodução internacional - em negociação 
  • Filmagem - prevista para 2027 
  • Lançamento - previsto para 2028

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